Não sei se estou certa quanto a minha jornada, mas acho mesmo que eu vivo, e não apenas existo.
Aprendi nos livros como viver jogando o jogo do contente e sei que é preciso ter um coração bem grande para não se deixar abater; assim tal como a menina Pollyanna me ensinou, eu estou tentando. E tentando. Tentando mesmo, juro. Espero que tentar valha de alguma coisa no fim.
E no mais, ainda estou aqui. Isso deve bastar. E acho que ainda sonho. Grande e alto. Com o mundo e todo o resto. Muito, e sempre. E isso é tudo.

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